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  • Foto do escritorRafaela Hoffmann

A melhor comunicação de marca é aquela que se aproxima de uma comunicação humana


A The Insiders Brasil completou 10 anos agora em novembro e, com isso, faz uma década que respiro no meu dia a dia o assunto marketing boca a boca.


Conto para vocês que essa não foi uma aposta de alto risco, mas, sim, um movimento calculado. Quando encerrei um ciclo como executivo de marketing em diferentes empresas, eu sabia, por experiência própria, que quanto mais usássemos a tecnologia como fator potencializador das conexões humanas, melhores resultados proporcionaríamos às marcas.


Gente gosta de gente, a comunicação da marca deve ser uma consequência natural

Uma vez, ouvi em uma palestra que as redes sociais foram criadas para a comunicação entre pessoas. As marcas que eram intrusas e, por isso, precisavam se esforçar mais nesse ambiente.


Eu sou um grande entusiasta do marketing boca a boca porque ele propõe uma outra dinâmica ao criar condições para que as pessoas espalhem as mensagens de uma marca de maneira espontânea, com a sua própria linguagem e repertório para um relato o mais genuíno possível das suas experiências entre as pessoas com quem se relaciona e convive.

Claro que a tecnologia nos traz novas oportunidades a serem exploradas. Intrigado com a popularidade de influenciadores virtuais, até fiz uma enquete recentemente por aqui perguntando para a minha rede a opinião sobre eles. 62% respondeu preferir os influenciadores reais, um resultado que não é surpresa para mim.


Gente gosta de gente. Vamos partir dessa premissa para construir estratégias mais poderosas e elevar a comunicação das empresas ao mais importante e sofisticado patamar: o da humanização.


Publicado originalmente em 11 de Novembro de 2022

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